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Polêmica: Disney exibe beijo gay em desenho infantil

O desenho animado “Star Vs. As Forças do Mal”, exibido pelo canal infanto juvenil Disney Channel, causou polêmica esta semana, ao exibir numa animação infantil um beijo gay, entre dois homens e também duas mulheres. O fato aconteceu no vigésimo episódio da segunda temporada da série, que está sendo exibida por enquanto, apenas nos Estados Unidos.

A série é produzida por Daron Nefcy, que é a segunda mulher a produzir um conteúdo para o canal, a Disney trilha assim, um caminho para a diversidade em suas animações, mas isso não deixou nada, nada alguns brasileiros conservadores satisfeitos.

Os comentários de repúdio foram maiores que os de apoio, até mesmo nas redes sociais, onde a classe, digamos, mais liberal acaba dominando. E você concorda com esse tipo de ensinamento num desenho infantil? comente!

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3 pensamentos “Polêmica: Disney exibe beijo gay em desenho infantil”

  1. Cara, não tenho nada contra, até acho normal hoje em dia assistir cenas assim em novelas, filmes e séries, mas quanto a ser exibido em desenhos eu não apoio mesmo. Cansei de ouvir nego dizer que é coisa besta, que em pleno século XXI há preconceito e que as crianças nascem como é, não vão mudar por uma cena de novela e que os pais é que decidem o que os filhos assistem ou não. Ah cara, sobre novela tudo bem, o argumento é válido, há a classificação indicativa e os responsáveis é que decidem o que as crianças vão ou não assistir, mas pôr isso em desenho é demais, o público-alvo é as crianças, os pais não vão deixar assistir e o público será as pessoas que se identificam, os gays? Por favor, né, graças a Deus os desenhos que assisti não tiraram minha inocência, que deveria ser o essencial em algo feito para o público infantil. Não apoio.

  2. “Eu vejo a vida melhor no futuro, eu vejo isso por cima de um muro de hipocrisia que insiste em nos rodear.”

    Bom, os adolescentes e adultos contemporâneos cresceram com uma ideia meio marginalizada da homossexualidade. Trata-se de uma geração que cresceu vendo os homossexuais serem apontados como “fulano é bixinha”, “fulana é sapatão”, “quando eu tiver um filho, não vou mimar ele pra ele não ser afeminado”, “menino criado com vó vira viado”. Ou seja, a questão de alguém se sentir atraído por uma pessoa do mesmo sexo era motivo de piadinha e rótulos baseados em estereótipos. Resultado: formamos [e somos] uma geração que não sabe respeitar a condição do próximo, a liberdade alheia e a diversidade que teimamos em ver como algo subexistêncial.
    O que muda agora é que temos a chance de consertar essa distorção, formando uma geração que sabe respeitar, pois tem contato com as diferenças desde a mais tenra idade. Porque não adianta a mídia censurar, não adianta se a televisão não mostrar; na vida real a criança vai ver um casal homoafetivo, ela vai ter colegas, parentes, amigos, vizinhos, enfim, a sociedade que a cerca vai fazê-la ter contato com todo tipo de pessoas.
    Se no desenho há espaço para beijo hetero, há também para homossexual.
    Uma geração bem mais tolerante está sendo formada.

  3. E você concorda com esse tipo de ensinamento num desenho infantil? comente!

    Ensinamento também não, né!?! Menos.