CTV Especial Você Lembra?

#VoceSeLembra? Que tal relembrar a novela “Kubanacan”?

“Kubanacan”. Vamos relembrar este sucesso?

#VocêSeLembra? Hoje eu Lucas Borges juntamente com vocês que acompanham o CTv pelas redes, vamos relembrar um mega sucesso “Kubanacan.”

Assistiria no Vale a Pena?

Kubanacan é uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida no horário das 19 horas, entre 5 de maio de 2003 e 23 de janeiro de 2004, em 227 capítulos,[1]substituindo O Beijo do Vampiro e sendo substituída por Da Cor do Pecado. Foi a 65ª “novela das sete” exibida pela emissora. Foi escrita por Carlos Lombardi, com colaboração de Emanoel Jacobina, Margareth Boury, Tiago Santiago e Vinícius Vianna. A direção da novela ficou a cargo de Cláudio Boeckel, Marco Rodrigo e Edgard Miranda, enquanto a direção geral foi de Wolf Maya (posteriormente por Roberto Talma) e Alexandre Avancini. A direção de núcleo foi de Wolf Maya, mais tarde seria assumida por Roberto Talma.

 

Contou com Marcos Pasquim, Danielle Winitz, Adriana Esteves, Carolina Ferraz, Vladimir Brichta, Nair Bello, Betty Lago, Bruno Garcia, Rafaela Mandelli, Iran Malfitano, Daniel Boaventura, Werner Schünemann e Humberto Martins nos papéis principais da história.

 

#Opinião: Eu Lucas Borges sempre aguardei essa novela ser reprisada, na site da Rede Globo a diversos pedidos para uma reprise no “Vale a Pena Ver de Novo.” Tem tantas porcarias sendo reprisadas, por que não Kubanacan? Que os fãs continuem pedindo a Reprise da Novela.

 

#Curiosidades:

 

O primeiro capítulo da trama marcou 40 pontos, com picos de 49, com share de 54%. Esses índices foram superiores aos da antecessora O Beijo do Vampiro.

 

Em 2003 a telenovela entrou na lista da campanha “Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania”, que é formada por denúncias de telespectadores e pelo Comitê de Acompanhamento da Programação (CAP), onde estão como representantes mais de 60 entidades que assessoram a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados para criar a lista com o “Ranking da Baixaria na TV”.

 

A cena final de Kubanacan foi umas das cenas mais polêmicas de sempre na história da teledramaturgia brasileira. Aquela que era provavelmente a faceta “Dark” do esquizofrênico Esteban, em que ele entra no camarim da cantora Marisol, chama-a de vagabunda e a esbofeteia, sem que o telespectador entenda qual o motivo. Existe ainda hoje uma discussão em torno de quem seria o personagem que entra no camarim, já que várias opções seriam viáveis, e Carlos Lombardi, apesar de afirmar que era Dark Esteban, disse que deixava essa escolha a critério de cada um, criando assim um final aberto.

 

#Sinopse: A história se passa nos anos 50, num país fictício com o nome da telenovela, supostamente localizado no Caribe e com economia fortemente baseada na exportação de produtos agrícolas como a banana. A língua oficial do país seria o espanhol. O protagonista, Esteban Maroto (interpretado por Marcos Pasquim, que tinha como característica o grande número de cenas feitas com o torso nu, imagem que foi utilizada, por exemplo, na capa da trilha sonora da novela), é um homem que sofre de amnésia, e que se vê transformado em um herói contra a própria vontade, sendo envolvido inclusive na política do país. Ao longo da trama descobrimos que Esteban sofre de um distúrbio (mais tarde diagnosticado como esquizofrenia) que lhe provoca dupla personalidade. No final, é revelado que quem dizia ser Esteban era, na verdade, Leon, filho dele com Rubi (Carolina Ferraz), vindo do futuro para impedir que a Fênix (uma arma de destruição em massa) matasse várias pessoas, como na época dele. Suas “lembranças”, na verdade, eram fruto da árdua pesquisa sobre seu pai Esteban, em conjunto com a desorientação severa causada pela viagem no tempo. Leon descobre que Esteban estava vivo, mas manco de uma perna, devido a um acidente que sofrera ao cair de um avião.

 

Conta para o Lucas Borges aqui, vocês gostariam de rever “Kubanacan” no “Vale a Pena Ver de Novo?”

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